Aí vai um poema em homenagem aos atores que existem dentro de todos nós e aos papéis que interpretamos frente à sociedade.
No palco, somos apenas fingidores
Pessoas que só existem em papéis
Imitamos tão completamente a arte
Que nos perdemos na vida
E passamos sempre a representar algo
Somos apenas atores de um mundo real
Falsos, hipócritas
Talvez …
Mas, exímios na tarefa de enganar a nós mesmos.
(DANIELA ROSOLEN)
Se na esfera do mundo real agimos como falsos e hipócritas, deveríamos aproveitar essa nossa performance para chutar nossa atuação suzanovieiristica e adotar um modelo canalha-canastrão para nossas pequenas peças diárias. O mundo seria mais divertido e orgyástico!
“Atuar, atuar
Atuar pra poder voar!”
MERDA!
Li o post e lembrei de uma parte da música Sonhos de um palhaço:
“O mundo sempre foi um circo sem igual
Onde todos representam bem ou mal
Onde a farsa de um palhaço é natural”
…
“Embora na maioria das vezes o fingimento seja criticado e dê indícios de espírito maldoso, em muitas ocasiões, prova ter feito evidentes benefícios.”